gostava de escrever sobre ti ou para ti. mas isso tornaria os meus sentimentos mais reais e palpáveis. como a cadeira sobre a qual me sento. prefiro olhar-te por cima dos meus livros e divertir-me a mudar o número de rotações dos meus discos de vinil enquanto rimos desalmadamente. mas nem tudo é mel: lágrimas salgadas já rolaram dos meus olhos e aterraram no teu peito, aquele contra o qual me encostei tantas vezes. e ainda assim, poucas. não me deixes ver para além dele. vamos sentar-nos no teu telhado e observar o que tivermos de observar. espero que não haja só espaço e estrelas lá fora.
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